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Justiça para ouriços

Justiça para ouriços

  • ISBN: 9789724049007
  • Editorial: Livraria Almedina
  • Lugar de la edición: Coimbra. España
  • Encuadernación: Cartoné
  • Medidas: 24 cm
  • Nº Pág.: 516
  • Idiomas: Portugués

Papel: Cartoné
48,74 €
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Resumen

A raposa sabe muitas coisas, diziam os Gregos, mas o ouriço sabe uma coisa muito importante. Na sua obra mais completa, Ronald Dworkin defende que o valor, em todas as suas formas, é uma coisa muito importante; afirma que aquilo que a verdade é, o que a vida significa, o que a moral requer e o que a justiça exige são aspetos diferentes da mesma grande questão. Dworkin desenvolve teorias originais sobre uma grande diversidade de temas raramente abordados no mesmo livro: entre muitos outros tópicos, fala de ceticismo moral, interpretação literária, artística e histórica, livre-arbítrio, antiga teoria moral, ser bom e viver bem, liberdade, igualdade e lei. Aquilo que pensamos sobre cada um destes temas tem de valer para qualquer argumento que consideremos convincente sobre os outros.
O ceticismo, em todas as suas formas – filosófica, cínica ou pós-moderna –, ameaça esta unidade. A revolução galilaica tornou o mundo teológico do valor seguro para a ciência. No entanto, a nova república transformou-se, gradualmente, num novo império; os filósofos modernos inflacionaram os métodos da física numa teoria totalitária de tudo. Invadiram e ocuparam todos os campos de respeito – realidade, verdade, facto, justificação, sentido, conhecimento e ser – e ditaram os termos segundo os quais os outros campos do pensamento podem aspirar a esse respeito, e o ceticismo foi o resultado inevitável. Precisamos de uma nova revolução. Temos de tornar o mundo da ciência seguro para o valor.

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